It’s mine.

E seu também..

Arquivos Mensais: junho 2009

Oôhh secsý!




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Upload feito originalmente por thecygnet

Pouts.. oque dizer? num vem nada a cabeça! kkk
sem palavras….

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A diferença..


Amar ou Dar…

Dar não é fazer amor.
Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca….
Te chama de nomes que eu não escreveria…
Não te vira com delicadeza…
Não sente vergonha de ritmos animais.
Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar….
Sem querer apresentar pra mãe…
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral…
Te amolece o gingado…
Te molha o instinto.
Dar porque a vida de uma publicitária em começo de carreira é
estressante
e
dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois
de
amanhã.
Tem caras que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar
ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para as mais desavisadas, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazia.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer
te
abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o
primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: “Que cê acha amor?”.
Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao
amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você
flutuar o suficiente pra nem perceber as catarradas na rua.
Se você for chata, suas amigas perdoam.
Se você for brava, as suas amigas perdoam.
Até se você for magra, as suas amigas perdoam.
Experimente ser amada.

Impossivel? não, ele é prodigio!

Tema – Missão Impossivel ( Sungha Jung )

Oo menininho que toca muito! e isso não é nada do que ele pode fazer é só uma palhinha 😉

Êêta! Coreano Retado!

Solução de energia alternativa ( solar )

Este fantástico kit solar tem ‘Não é de Vidro!  “É flexivel contém um filme fino de CÉLULAS que faz com que a unidade seja leve e resistente à água !

Alta capacidade e eficiência com alta tecnologia Triple-Junction fina película de células solares de silício.

Ideal para, em situações de emergência, camping, ao ar livre aventura, expedições, militares, sobrevivência, 😉

Vai-se a recarga sol, e dar-lhe-á poder ininterrupto, para quase todos os laptops e dispositivos USB.

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Isso que é uma solução legal e alternativa pra horas dificeis..

Preserve a Natureza 😉

Guantánamo, tortura e desprezo ao ser humano.

Li recentemente o livro “Diário de Guantánamo”, de Mahvish Rukhsana Khan, uma advogada e jornalista norte-americana de ascendência afegã, que se dispôs a servir de tradutora entre advogados e prisioneiros de várias nacionalidades trancafiados na famosa base militar da “guerra contra o terror”. Para quem não sabe, Guantánamo é uma ilha em Cuba que serve de base militar para os Estados Unidos. Durante o Governo Bush, ela começou a ser utilizada sem qualquer respeito à convenção de Genebra ou às leis norte-americanas para aprisionar sem julgamento “combatentes inimigos”.

O tratamento recebido:

guantanamo prisioneiros

Guantanamo detainee AP

O primeiro dos muitos problemas de Guantánamo é a forma que os Estados Unidos adotaram para localizar seus inimigos: pagando recompensas em dinheiro. Como não faziam um julgamento sério e mal checavam as denúncias. vários médicos, comerciantes, entre outras pessoas que não tinham qualquer ligação com a Al-Qaeda ou com o Talibã, foram “entregues” por inimigos locais ou simplesmente por pessoas precisando de uma graninha extra para sobreviver em meio ao caos econômico de seus países.

Tratados por números e não pelos nomes, a maior parte dos prisioneiros de Guantánamo não era culpada. Mas eram sistematicamente torturados, humilhados, violentados, tendo suas crenças e culturas profanadas, nenhum contato com a família e sem condições mínimas de sobrevivência. Eles, aliás, não tinham direito a nada. Mahvish, a autora do livro, decidiu ajudar como tradutora, os advogados interessados em tratar esses prisioneiros como seres humanos diante dos horrores promovidos pela administração Bush na ilha. Lá, ela ouviu histórias e relatos para deixar qualquer ditador sanguinário orgulhoso.

Foto de Mahvish:

mahvish

O que eu li nesse livro é assustador. Faz os Estados Unidos parecerem um desses países que tanto condenam. Aliás, parecem piores. Nos próximos posts, vou publicar aqui trechos de alguns desses relatos. A leitura de Diário de Guantánamo é para estômagos fortes mas é essencial para a compreensão dos equívocos e horrores praticados sob o pretexto da “guerra contra o terror”.

por Mauro Bedaque Post : mtv.uol.com.br

Goldfinger! Sucessos!

Golfinger, 99 Red Balloons um clássico!

Spokesman ! Goldfinger Rule’z

And -> Superman!